
Eu sou duas vertentes
querendo uma.
Sobre minha cara, o peso!,
o peso da poesia
de algumas horas...
Trago no meu rosto aceso
outras faces iluminadas de outros
Eus difíceis de determinarem
começo
e fim.
No meio existo desmembrado:
dual
duplo
bivalente
querendo uma só corrente
uma só vaga,
existindo como um isqueiro só faísca.
Nas duas pontas: Chama!
Querosene, gasolina, álcool
a alimentarem duas palavras-poesia.
Duas vertentes. Uma só Flama.
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