“NÃO SE PÔS TERRA NEM
MAR
ENTRE NÓS, QUE FORAM EM
VÃO,
PÔS-SE VOSSA CONDIÇÃO
QUE TÃO DOCE É DE
PASSAR.”
Que este tempo não persista.
Não insista muros e muralhas:
cortinas de ocaso e soturnez
a dissuadir-nos.
Que este tempo não persista
e enfraquecido deserga
edifícios muros e muralhas
interpostos entre tu e eu
e rememore a cantilena de
alfazema
a qual nós , esgarçados de
convívio,
desabituamo-nos.
Que este tempo,
cúmplice-desmedido,
soerga dinamitados risos de
amanhecer...
![]() |
| Persistência da Memória - Salvador Dalí - |

Nenhum comentário:
Postar um comentário