E
por que haverias de escolher-me?
Eu,
que supus teu passo-água-viva
des/percorrer
tantas
vezes
o
erodido oceano da ausência
rumo
às fronteiras veranis do riso
e assisti nos teus olhos uma cadente
verdade singrar este céu de íris rumando ôfega à alguma parte
alguma em que te poderiam saber a coroa – ainda velejas]
E
te pensei arrimo colunata alicerce
passo-âncora
ao meu lado adentrando a rumorosa taciturnez do vir a ser
onde, cumplices-desmedidos, percorreríamos
sem comedimento,
tal qual aquele a caminhar sozinho.
E
por que haverias de escolher-me?
Gostei muito do blog e do poema, Vitor Hugo.
ResponderExcluirParabéns.
Prof. Muito obrigado!!
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